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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O X-O na minha casa: relato de uma mãe

Por Aline Cristiane Nardi

Arquivo pessoal

O XO (The Children's Machine), anteriormente conhecido como "Laptop de 100 dólares" e "2B1", ou ainda "Laptop das crianças", é um projeto de inclusão digital desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Consiste em um projeto educacional para a criação de um laptop barato com o objetivo de difundir o conhecimento e novas tecnologias a todas as crianças do mundo. É objeto de pesquisa do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED-Unicamp) e em parceria com a Secretaria de Educação de Campinas sua implantação está sendo feita através de um projeto piloto desenvolvido aqui na EMEF Pe Emílio Miotti.

  
Nesta sexta-feira, dia 05/08, veio pela primeira vez para minha casa, pelas mãos do meu filho Leonardo,
aluno do 1º ano. Seu formato pequeno e sua leveza são impressionantes, ele é extremamente prático e tem uma alça para facilitar o transporte. As cores e o tamanho confundem um desavisado: parece um brinquedo. O Léo se divertiu com os jogos, ele tem vários. Em casa não tem como acessar a rede wifi da escola, moramos há 8 km de distância, mas se estivéssemos mais perto poderíamos ter acessado a internet. Certamente seus outros colegas de classe conseguiram. A experiência foi muito rica e como mãe fiquei feliz de ver que meu filho está aprendendo e se divertindo ao mesmo tempo. Creio que essa foi uma das melhores iniciativas para uma escola pública: prover a possibilidade de acesso à tecnologia e uma educação de maior qualidade.
 
E você: o que acha desta experiência? Dê seu relato também. Mande-nos um email: emef_pem@yahoo.com.br.

Serviço:
Site do fabricante da máquina: http://laptop.org/en/laptop/
Site do Nied: http://www.nied.unicamp.br/
Fotos da máquina: Design Continuum

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ser diferente é legal!

Já pensou se o mar só fosse azul? Como poderíamos apreciar o verde escuro de sua densidade ou o azul transparente próximo aos seus recifes? E se todo mundo só gostasse de sorvete de chocolate? Não teria muito sentido para o sorveteiro fazer outros sabores, não é mesmo? Aí não poderíamos nos deliciar com o sabor do pistache ou do morango.

Com as pessoas é o mesmo. Se todo mundo fosse da mesma cor, forma ou altura não teria graça, pois não daríamos aquele sorriso tímido ao cruzar com alguém que nos despertou a atenção só pelo jeito diferente de andar, falar ou se mover. E o diferente pode ser muito interessante! E na maioria das vezes é. O gordinho é mais quente, a moreninha é mais graciosa, a magrinha é delicada e o japinha esconde os olhos ao sorrir. E você certamente vai querer fazê-lo gargalhar só pra ver aquelas burquinhas negras desaparecem e a enorme fileira de dentes se insinuar tão encantadoramente.

Quando pequeno, um menino muito desengoçado, com cara de resfriado, branquelo, de óculos de fundo de garrafa, queria ser bailarino. Não conseguia movimentar os quadris de forma graciosa, parecia que desmontaria. Foi expulso vergonhosamente pela professora de balé. Cresceu e se tornou um cantor de voz macia, gostosa de ouvir e muito divertido de observar. Vai dizer que você não vai sorrir depois de assistir o vídeo abaixo? A história deste parágrafo pode ser fictícia, mas é a do clipe do duo folk-rock norueguês Kings Of Convenience.



Pode ser um colega seu, pode ser um parente, ou alguém que passa na rua. Mas certamente é alguém interessante. E o que nos torna interessantes é justamente aquilo que nos diferencia do outro. Se fôssemos todos iguais ninguém seria diferente e isso seria, no mínimo, chato. Num mundo de iguais, ser diferente é qualidade.

O pior é que não somos todos iguais, mas várias pessoas de determinados grupos ficam muito parecidos. Por exemplo, parece que todos os nerds são magrelas, usam óculos e gostam de matemática. Ou todo roqueiro é arroaceiro, tatuado e viciado em alguma coisa. Isso não é verdade, contudo outras pessoas julgam dessa maneira e, às vezes, para ser aceito o tal nerd ou o tal roqueiro tenta se adequar onde quer e acaba perdendo sua autenticidade. Em suma, quase todo mundo é uma tentativa de cópia daquilo que o interessa.

Então que tal ser autêntico e fiel a si mesmo, valorizando mais aquilo que te diferencia dos outros? Você vai ver como tudo parece mudar, porque o mundo muda quando a gente muda.

Por Aline Nardi

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Projeto EDUCAR no Emílio Miotti!

Por Gustavo Vinci Dias 7ºA e Natalia de Oliveira Ibiapino 9ºA

Oásis Educar - Arquivo da Escola
A Academia Educar acredita que nada é mais importante para o jovem do que a educação. Sendo assim, é preciso oferecer aos jovens oportunidades para que possam transformar seu potencial em competências, direcionadas a ações positivas que tragam benefícios a eles e à comunidade.

O programa tem como conceitos o voluntariado, o desenvolvimento de competências, habilidades, projetos e a formação de rede. Assim, o jovem voluntário não será um mero executor de projetos, mas sim um protagonista das melhorias praticadas. Na Academia Educar, no lugar de exercitar músculos, o jovem exercita a mente. O programa também estimula a ética, a cidadania, o respeito ao outro, o autocuidado e a solidariedade, criando condições para surgirem ações positivas.

Desde 1989, as atividades da Academia Educar realizavam-se em um prédio próprio da Fundação Educar D'Paschoal, em Campinas, atingindo aproximadamente 80 jovens. Porém, o sonho da Academia Educar

terça-feira, 14 de junho de 2011

Cuidado Com o Celular!

Foto by Futuro do Presente

A Revista Época da semana passada fez um alerta sobre o efeito nocivo do celular para nós, seres humanos. Estudos vem ocorrendo desde praticamente o início de seu uso, por volta de 1990, e os resultados nunca foram muito satisfatórios por existirem inúmeras controvérsias a respeito. Especula-se que a radiação emitida pela antena tenha potencial cancerígeno e ao mesmo tempo que alguns estudos confirmam esta hipótese, logo depois surgem outros derrubando-as.
Enquanto os especialistas no assunto e a Organização Mundial de Saúde não concordem definitivamente com isso, médicos e cientistas orientam sobre a não utilização do aparelho por crianças - pois é fato que a radiação provoca algum dano sim - e o uso de fones de ouvido e viva voz nas ligações dos adultos. Isso evitaria que o aparelho permaneça muito tempo colado ao ouvido. Especialistas também orientam que o uso não ultrapasse 30 minutos diários, algo que pode parecer aberração para a geração que precisa estar super disponível o tempo todo.
Não seria o momento de refletirmos sobre como a tecnologia afeta nossa rotina e como sua ausência seria entendida como catástrofe? Exagero? Se você descobrisse que a partir de amanhã não haveria mais internet, o que você faria?
Links úteis:
Celular volta a poder causar câncer, diz OMS - Artigo da Revista Época.
Tirem os celulares das mãos das crianças - entrevisa com Devra Davis, de 64 anos, doutora em sociologia e saúde pública.
Uso de celular por crianças é irresponsabilidade, diz cientista - Alerta da BBC Brasil, em 2001.

terça-feira, 18 de maio de 2010

HOJE - 18 DE MAIO - DIA NACIONAL DE COMBATE AO ABUSO E À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

ABUSO SEXUAL OU MAUS TRATOS ?


O termo abuso sexual é talvez o mais difundido e popularizado para denominar as situações de violência sexual contra crianças e adolescentes, principalmente as que se referem à violência intrafamiliar, designada também como abuso sexual doméstico, violência sexual doméstica, abuso sexual incestuoso, incesto. Constata-se também que conceitualmente o abuso sexual é considerado e nomeado ora como maus tratos ora como violência. Visando superar essas dificuldades de caráter epistemológico torna-se indispensável clarificar os conceitos de abuso sexual, de maus tratos e de violência. Segundo Gabel (1997), etimológicamente, abuso indica afastamento do uso (“us”) normal. O abuso é, ao mesmo tempo, mau uso e uso excessivo. Significa, pois, ultrapassar os limites e, portanto, transgredir.

Para Ravazzola (1997) “O conceito de abuso que utilizo é amplo e não se esgota na idéia de adicção de substâncias químicas, nem na referência à agressão sexual. Podemos abusar de substâncias e também de outras pessoas, e não apenas sexualmente; o que o abuso implica sempre é um abuso anti-social de algum poder a mais na relação afetada, de tal modo que coloca o abusado ou abusada na condição de objeto e não de sujeito. O abuso refere-se a um estilo, a um padrão, a uma forma de tratamento que uma pessoa exerce sobre outra, sobre si mesma ou sobre objetos, com a característica de que não percebe que produz danos... Quem exerce abuso não aprende a regular, a medir, a dizer, a escutar e respeitar mensagens de si mesmo e do outro...; ou encontrase em contextos nos quais estas aprendizagens foram esquecidas, se diluíram ou perderam força”.

Pequeno trecho extraído do site
leia mais acessando o site
outras informações no portal google

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DISQUE 100

...PODE ESTAR MAIS PERTO DO QUE VOCÊ IMAGINA.....